Divulgação Veja SP

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Já ouviu falar no Museu do Macarrão?

O restaurante Piazza Zini, no Limão, conta um pouco sobre a história da massa por meio de máquinas antigas

Instalado desde outubro passado no restaurante Piazza Zini, no Limão, o Museu do Macarrão reúne dez máquinas utilizadas pela empresa durante sua trajetória (abaixo, alguns modelos em exposição). Criada em 1956, em Milão, a companhia chegou ao Brasil em 1992 pelas mãos de Enrico Vezzani, filho da fundadora. “Foi o único trabalho da minha vida”, diz ele, que aos 9 anos fazia entregas de bicicleta pela Lombardia.

Hoje, aos 70, ele dá aula de preparo de massas nos sábados de manhã. O negócio mantém uma linha de produtos como nhoque, polenta, molho e farinha. O espaço, na Rua Francisco Rodrigues Nunes, 131, tem entrada franca e pode ser visitado todos os dias das 10 às 16 horas; às quintas, às sextas e aos sábados, a visita se estende até as 22 horas.

 

MÁQUINA DE NHOQUE

São Paulo, SP 02/06/2017 MISTERIOS - MUSEU DO MACARRÃO - Foto: Leo Martins

Foto: Leo Martins

Comprada em 1988, foi utilizada no início das atividades da Zini no Brasil. Produz três tipos de nhoque pela técnica de giro, que mantém a massa macia e solta.

CORTADORA DE MASSA

São Paulo, SP 02/06/2017 MISTERIOS - MUSEU DO MACARRÃO - Foto: Leo Martins

Foto: Leo Martins

A peça foi adquirida em uma das primeiras fábricas de máquinas para massa fresca no Brasil. Corta espaguete, pappardelle e talharim.

MÁQUINA DE RAVIÓLI

São Paulo, SP 02/06/2017 MISTERIOS - MUSEU DO MACARRÃO - Foto: Leo Martins

Foto: Leo Martins

Produzida na Argentina nos primeiros anos após a II Guerra Mundial, quando muitos cidadãos italianos vieram se refugiar na América Latina.

CAPELETEIRA ITALIANA

São Paulo, SP 02/06/2017 MISTERIOS - MUSEU DO MACARRÃO - Foto: Leo Martins

Foto: Leo Martins

O equipamento funcionou na unidade brasileira da Zini durante seus primeiros anos, após ser importado de uma fábrica localizada na cidade de Gênova, na Itália.

Texto na íntegra: Veja SP